20 de abril de 2013

Vitorino, ex-autoritário, virou cidadão?

 

Vitorino, o eterno candidato, lembrou-se que existe cidadania!


Quando saí do Besouro não percebia bem o que a malta da cidade pensava! Não falava com eles mas sei que errei, Agora, quero voltar... e, se for preciso, levo o tempo que for preciso a deixar-vos falar... já fui ao otorrino...


Navegando com antecedência para chegar tarde, José Vitorino, ainda se acha com prazo de validade para a corrida eleitoral. Duas derrotas claras não serviram de lição!


Depois de uma primeira derrota, não foram as muletas que o derotaram na segunda tentativa. Vitorino, já o escrevemos, é uma carraça do nada e aproveita-se de uma pequena faixa de descontentamento pobre e iletrado para que lhe sirvam de escada para nova queda!

Vitorino morre por não ter nenhuma ideia sobre a política de base nacional que afunda o país e a sua população, bem como tem um passado, que o próprio admitiu, de não ter tido diálogo com a polulação, enquanto lhe deram a confiança de presidente da Câmara.

Este fim-de-semana promoveu um encontro de cidadania que não vai trazer nada de novo. Levou as mesmas pessoas que precisa para o ouvirem em monólogo, o mesmo estilo que levou para o executivo que presidiu e foi claramente derrotado em um simples mandato. 

Vitorino, continua a rejeitar que nunca se identificou com a população!

FaroActivo
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17 de abril de 2013

Análise da Justiça no Algarve não alinha com o país



Lisboa e Porto chumbam candidatos e o Algarve aprova



Criado o problema por mais uma lei manhosa sobre o limite de mandatos e o estilo dorminhoco e lamacento do parlamento nacional (coisa que não espanta ninguém, nem os próprios), uns quantos insubstituíveis do panorama político-burguês, insistem na sua validade para mudarem de coutadas autárquicas.

Um movimento de contestação levou à praça pública e aos Tribunais as suas razões de imoralidade política das pretensões e, estes, o de Lisboa e do Porto, julgaram o que não convém a uma capela partidária. Os candidatos não são elegíveis.

No Algarve, depois da venerável decisão do Tribunal Administrativo de Loulé a favor de Macário, lançando a chama que foi momentaneamente apagada na instância superior… e mais tarde reacendida…, voltamos a ser surpreendidos por mais uma decisão em contraciclo com os pares que aplicam o Direito. Foi em Tavira, onde a camioneta da carreira também tem reserva para descarregar um destes insubstituíveis.

Enquanto a população sofre a agonia da falta de dignidade de vida, o próximo acto eleitoral está marcado de discussões estéreis…

Luís Alexandre      

16 de abril de 2013

Luís Alexandre oferece dois exemplares do seu livro sobre Faro à Biblioteca

Para que conste!



Passada mais de uma semana sobre a apresentação do livro sobre Faro com o título " Faro: a serpente de duas cabeças comeu as maçãs", e porque o vereador da Cultura não reagiu ou continua distraído com o que se passa à sua volta,  Luís Alexandre, nascido e vivendo em Faro, resolveu ultrapassar a inércia oficial para permitir que os cidadãos e a futura massa crítica tenham acesso a outra visão menos enquistada dos fervores partidários que nos levaram à ruína.

Os livros estão entregues e farão o seu percurso de esclarecimento, nomeadamente aos jovens estudantes que precisem de fazer os seus trabalhos de investigação sobre a capital do Algarve.

Deixo aqui o recado de que não preciso de qualquer agradecimento. A vossa recusa ao convite de apresentação já foi tomada como agradecimento!

Luís Alexandre 

O primeiro candidato para Faro já se perdeu...


Porquê o silêncio do Vitorino?

 

Tenho cara de desconfiado? Só de mim mesmo! Ou querem que volte? 


Auto denominado o salvador da cidade e do concelho, José Vitorino tem andado com as baterias fracas. Começou cedo para acabar cedo!

Indiferente ao rasto deixado como presidente e à derrota da sua onda nas últimas eleições, andou avulso na legitimação dos parquímetros e das portagens, como simples figurante das ilusões, em mais uma das suas encenações seguidistas, sabendo do cheiro de morte anunciada das causas e dos autores.

Preocupou-se em lançar um movimento de apoio... que não tem voz... e, muito menos prática! Vitorino tem uma mente que facilita os ditos adversários. É um feliz precursor de quem vai ganhar, não importando a cor. Todos lhe estão agradecidos pelo papel!

Vitorino é um daqueles corredores que já muito longe de terem passado a meta (leia-se prazo de credibilidade), volta atrás para a cortar novamente, acreditando que o séquito desiludido ainda está lá para o aplaudir.


FaroActivo
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13 de abril de 2013

Qual é a próxima derrota de Seguro?




Tanta diferença entre a direcção deste partido e a vontade dos seus votantes

 



Quem disse que eu estou verde e nunca trabalhei na vida?

Quando tomou o poder interno do dito partido socialista, António Seguro agarrou a tocha da Troika. Andou até agora com ela a ajudar o Governo a alumiar o povo… e só acumulou derrotas.
Deu dois anos de Orçamentos ao Governo e espalhou as suas habituais lamúrias para eleitor ouvir. Esteve sempre por dentro dos recados da Troika e fugiu de acompanhar o descontentamento do povo que saía à rua.
Protestou sem ficar rouco, enquanto no país tudo estava em queda pelo cano de muitos anos de miséria. Ao fim de umas centenas de medidas de roubo e os números da economia no caminho da falência generalizada, disse que ia escrever uma carta de misericórdia aos insuspeitos credores, que deve ter chegado fora de horas, tal como o folclore da moção de censura quando o Governo objecto já tinha tudo externamente negociado para a maturidade do pagamento da dívida, à custa da imaturidade do P”S” e da ingenuidade do povo português.
Seguro e o partido que dirige deram segurança ao Governo sem questionar a razão e os números da dívida, simplesmente porque sempre tiveram lá as mãos.
A UE quer este Governo, porque lhe dá garantias. Seguro aceitou a assinatura mas não dá garantias aos que nos roubaram a economia, a independência nacional e o futuro de duas gerações…


Luís Alexandre    




8 de abril de 2013

Tribunal manda Macário pôr as malas dentro!



Recandidatura? O PSD local não sobreviveria!

Alto! Aí pare! Eu já não estou morto! Não me falem de bacalhau... a concelhia de Faro é que não respeitou as minhas apetências alimentares...


Tarde e a más horas, depois de servir a estratégia da concelhia local de afastar Macário da próxima corrida, o Tribunal confirma o segundo passo que serve a imagem do PSD como partido e salva mais um dos seus queridos servidores.
Em mais um folhetim rocambolesco daquilo que em Portugal recebe o nome de “Justiça”…, Macário concorre e toma posse como réu (sem que os farenses desconfiem), executa como réu, é ilibado como réu em Loulé, é condenado como réu no Supremo Administrativo, é-lhe negado o recurso como réu e acaba ganhando o rabo na cadeira, numa meia decisão feita à medida…
Deixando de parte a Justiça de pacotilha que nos servem, em que nem os autores e os intervenientes acreditam, resta-nos a constatação da força do poder político que continua a cozinhar como bem lhe entende.
Em Faro, com esta definição, vamos ter uma concelhia dividida entre dois amores. O da cadeira e o da rua. O da rua cheira a Bacalhau e o da cadeira cheira a pólvora queimada. Esta concelhia parece que anda aos papéis… constatando quem manda…

Luís Alexandre  

7 de abril de 2013

Constitucional chumba Governo?




Quem vai suportar Orçamento coxo?
 


Será que estamos tramados? Não Passos, o meu partido vai continuar a dizer que está tudo bem...

Quase três meses depois e depois dos jogos de bastidores, o Tribunal Constitucional pariu o rato, mostrando a profunda parcialidade deste órgão dito independente.
Deu razão ao Governo em 3700 milhões de roubos e engasgou-se para reprovar uns 1300 milhões. Quatro reprovações de regras inconstitucionais, foram o acordo das partes para que o resto vingasse.
Em dois Orçamentos consecutivos, o Governo de traição nacional procura furar a lei geral que disse jurar defender. As ordens da Troika são para furar! O que interessa é jogar para que a população pague as contas fraudulentas aos credores.
Em dois anos a economia nacional não pára a queda para o abismo e o Governo não pára a subserviência. Com este chumbo, a face do Governo caiu. Como recebeu uma missão de traição, não vai demitir-se. Nem o Presidente da República está para aí virado como parte da missão do roubo.
Este não é o caminho dos portugueses que perceberam que lhe mentiram. A miséria não pode ser o preço do voto entregue. Os portugueses devem exigir por todos os meios o derrube deste Governo e a alternativa de um Governo de compromisso com um programa patriótico de defesa da produção nacional e da independência nacional.  


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