A vitória de Marcelo é também a vitória dos aliados PS, BE e PCP!
A chamada esquerda parlamentar que alimenta o actual Governo fantoche,
através de um acordo que os portugueses não conhecem todos os termos e
os seus verdadeiros objectivos, que as suas últimas medidas
antipopulares começaram a revelar ser o novo braço da Troika, tudo
fizeram para que o fascista Marcelo Rebelo de Sousa fosse eleito à
primeira volta, recusando uma candidatura democrática e de esquerda em
torno do impoluto Sampaio da Nóvoa, o único candidato que reunia as
condições de disputar com o dito Marcelo. Com a pouca vergonha de novo
no lado falso partido socialista, todo partido como partido, fica à
vista a vitória da média burguesia urbana representada no BE e na
Marisa, que nada têm a ver com a estratégia de luta revolucionária da
classe operária e do povo, e a derrota do falso partido comunista que
vai a Rans buscar ideias...
Sampaio da Nóvoa tinha que ser derrotado por esta gente que suporta a direita!
LA Janeiro/2016
24 de janeiro de 2016
19 de janeiro de 2016
A TAP Air Portugal e o desprezo pelo Algarve!
A TAP Air Portugal e o desprezo pelo Algarve!
Hoje, ao consultar as tarifas da companhia portuguesa entre Faro e Lisboa, de ida e volta para duas pessoas, sou confrontado com o preço final de 470 euros! Um velho roubo que não serve a região, os residentess e os seus interesses que dependem da competitividade dos preços e serviços. Do mesmo aeroporto, a companhia Easyjet opera para o Porto por uma média de 40 euros na ida e volta e para mais de 2000 Km por menos de 80 euros e m período de estação baixa.
Nunca nenhum governante explicou esta situação e muito menos a pretende solucionar. Ao Algarve, nas condições do mercado aéreo, não serve a bandeira nacional da transportadora aérea. Queremos soluções! E a funcionária de uma agência em segunda consulta, respondeu-me que a secretária que o PS levou para o Governo vai solucionar. Acontece que já estou farto de estar sentado à espera!
LA Janeiro/2016
Hoje, ao consultar as tarifas da companhia portuguesa entre Faro e Lisboa, de ida e volta para duas pessoas, sou confrontado com o preço final de 470 euros! Um velho roubo que não serve a região, os residentess e os seus interesses que dependem da competitividade dos preços e serviços. Do mesmo aeroporto, a companhia Easyjet opera para o Porto por uma média de 40 euros na ida e volta e para mais de 2000 Km por menos de 80 euros e m período de estação baixa.
Nunca nenhum governante explicou esta situação e muito menos a pretende solucionar. Ao Algarve, nas condições do mercado aéreo, não serve a bandeira nacional da transportadora aérea. Queremos soluções! E a funcionária de uma agência em segunda consulta, respondeu-me que a secretária que o PS levou para o Governo vai solucionar. Acontece que já estou farto de estar sentado à espera!
LA Janeiro/2016
14 de janeiro de 2016
Uma visão estratégica para a sustentabilidade de Faro
Texto publicadona edição de hoje do jornal "Barlavento"
Uma visão
estratégica para a sustentabilidade de Faro
Há poucos dias num café da baixa da cidade, a conversa entre dois
funcionários que vivem de comissões, logo do ritmo da actividade, era de que
Faro estava a aprender as dificuldades da sazonalidade, queixas que ouviam de
outras partes da região. Trantando-se de pessoas que conheço e me conhecem,
intrometi-me na conversa e expus-me: amigos, Faro está em queda por falta de um
quadro objectivo de estratégia de desenvolvimento! Abandonando o desânimo, de forma
expontânea, verberaram-me: como?
Faro é a cidade algarvia de maior distinção, menos compactada que outras, tem
bons corredores de tráfego, com o património histórico melhor conservado, uma
estrutura museológica e cultural atractiva, um arregimentado de edifícios
nobres de uma anterior pujança comercial, beija o deslumbramento da Ria Formosa
e reune condições de uma frente marítima de eleição para o aportar da
navegabilidade desportiva, de aventura e porque não de Cruzeiro? Tudo em seu
tempo. Estas virtudes apenas precisam de um plano de frente marítima da cidade,
transpondo o parque de estacionamento de barcos na chamada “Doca” para o outro
lado da linha férrea que deve ser conservada para o projecto futuro dos
comboios ligeiros, em que outros municípios gastaram muitos milhões para a
comodidade e funcionalidade dos cidadãos.
Faro, transposta a linha férrea secular de forma inteligente e estética,
sem que isso represente a destruição da sua nobre Estação da CP, deve construir
o passeio marítimo circundante com uma frente hoteleira de baixa altitude e
densidade, salpicada de unidades de restauração, associadas a uma extensão de
praia de cidade, de areia branca e fina (deve ter sobrado alguma depois do
saque autorizado para a construção civil), a meio passo e uso das vistas dos
milhares de visitantes que não hesitariam em fazer funcionar as linhas aéreas
de baixo custo e estas unidades de alojamento, desfrutando ao longo do ano das
excelentes potencialidades que a cidade capital tem para oferecer, até como
ponto de partida e factor dinamizador de outras partes do Algarve. Esse passeio
marítimo seria ele próprio o elemento atractivo da aproximação da população concelhia
ao cheiro da maresia, descendo as famílias para o sol, as sombras e as cores,
trazendo os filhos e os netos a brincar em segurança e ao convívio, alavancando
fontes de energia financeira para o desenvolvimento da baixa da cidade, onde o
espelho de água da Doca deve ser embelezado e usado para museu marítimo...
Não há projectos impossíveis neste âmbito. Faro tem uma frente marítima
invejável que deve ser trabalhada de forma inteligente, por fases, que apontem
para um objectivo de desenvolvimento estruturante. A principal fonte de riqueza
nas actuais condições específicas da capital é a que pode ser encontrada na
limpeza de uma zona abandonada, fazendo a ligação ao mar, tomando como exemplo
a revolução operada com a Expo 98, porque o crescimento no sentido do novo eixo
viário não tem viabilidade nas próximas décadas. Será que não se percebe isto ou
vamos continuar com a política de fretes às grandes superfícies, com o IKEA à
porta?
Luís Alexandre
Cidadão
9 de janeiro de 2016
Coligação PSD/CDS prepara uma provocação ao património farense?
Coligação PSD/CDS prepara uma provocação ao património farense?
Tomei dois dias atrás conhecimento que nos gabinetes da Câmara corre um pedido de licenciamento de construção no edifício nobre, do ponto de vista histórico, enquadramento do Largo e alguma beleza arquitectónica, antiga sede da RTP em Faro, para ali nascer mais um caixote de 5 andares.
Sendo que a estratégia imobiliária está lançada, mesmo nas barbas de outro magnânimo edifício - o Teatro Lethes -, havendo uma lei que desautoriza qualquer construção num raio de 50 metros, e não só por estemotivo, esperemos que o executivo não assine mais destruições torpes de casas que apenas devem ser recuperadas para continuarem a sustentar a beleza da cidade e a sua História, de que muito me honro como farense.
Tomei dois dias atrás conhecimento que nos gabinetes da Câmara corre um pedido de licenciamento de construção no edifício nobre, do ponto de vista histórico, enquadramento do Largo e alguma beleza arquitectónica, antiga sede da RTP em Faro, para ali nascer mais um caixote de 5 andares.
Sendo que a estratégia imobiliária está lançada, mesmo nas barbas de outro magnânimo edifício - o Teatro Lethes -, havendo uma lei que desautoriza qualquer construção num raio de 50 metros, e não só por estemotivo, esperemos que o executivo não assine mais destruições torpes de casas que apenas devem ser recuperadas para continuarem a sustentar a beleza da cidade e a sua História, de que muito me honro como farense.
LA Janeiro/2016
4 de janeiro de 2016
Presidenciais: quem é sempre se mostra!
Freitas do Amaral, o tal que já foi quase tudo dentro do espectro partidário, com a excepção do PCP e dos Verdes não o convencerem, o tal que perdeu à segunda volta das eleições presidenciais, veio a terreiro vender o doutor Marcelo, compincha de muitos anos, que confrontado com a pergunta televisiva se Marcelo ganhava à primeira volta e se havia candidatos fortes para contrariar a intenção, resumiu a luta à ordem de prioridades de Maria de Belém ser uma santa conhecida da política, enquanto Sampaio da Nóvoa era um desconhecido e inexperiente, de certeza das falcatruas dos últimos 40 anos da bandidagem que ocupou Governos e Parlamentos. Foi uma mensagem forte de mais um troglodita! Avisou de quem tem medo! De um homem impoluto - Sampaio da Nóvoa -!
LA, Janeiro/2016
Freitas do Amaral, o tal que já foi quase tudo dentro do espectro partidário, com a excepção do PCP e dos Verdes não o convencerem, o tal que perdeu à segunda volta das eleições presidenciais, veio a terreiro vender o doutor Marcelo, compincha de muitos anos, que confrontado com a pergunta televisiva se Marcelo ganhava à primeira volta e se havia candidatos fortes para contrariar a intenção, resumiu a luta à ordem de prioridades de Maria de Belém ser uma santa conhecida da política, enquanto Sampaio da Nóvoa era um desconhecido e inexperiente, de certeza das falcatruas dos últimos 40 anos da bandidagem que ocupou Governos e Parlamentos. Foi uma mensagem forte de mais um troglodita! Avisou de quem tem medo! De um homem impoluto - Sampaio da Nóvoa -!
LA, Janeiro/2016
25 de dezembro de 2015
Um frete do Estado para o IKEA?
Um frete do Estado para o IKEA?
Poderão haver muitos distraídos mas, quem faz regularmente o trajecto da EN 125 de Faro em direcção ao barlavento e passa pela variante de Almancil, confronta-se com um novo nó que abre uma nova estrada em direcção objectiva da ligação Faro-Loulé. Não se conhecendo qualquer estudo de impacto rodoviário para a necessidade do nascimento de uma alternativa paralela ao eixo da EN 125, o que poderemos supor senão um ligação mais rápida para se chegar ao novo paraíso concentrado das compras e das ilusões, chamado IKEA, a máquina trituradora que vai secar económica e financeiramente o resto do tecido empresarial da região?
O problema não deve ser a estrada mas, sim as ofertas dos dinheiros públicos para quem vem de fora e absorve as nossas energias e não cria qualquer riqueza...
A Câmara de Loulé devia explicar-se, ainda mais porque o PS é Governo...
Poderão haver muitos distraídos mas, quem faz regularmente o trajecto da EN 125 de Faro em direcção ao barlavento e passa pela variante de Almancil, confronta-se com um novo nó que abre uma nova estrada em direcção objectiva da ligação Faro-Loulé. Não se conhecendo qualquer estudo de impacto rodoviário para a necessidade do nascimento de uma alternativa paralela ao eixo da EN 125, o que poderemos supor senão um ligação mais rápida para se chegar ao novo paraíso concentrado das compras e das ilusões, chamado IKEA, a máquina trituradora que vai secar económica e financeiramente o resto do tecido empresarial da região?
O problema não deve ser a estrada mas, sim as ofertas dos dinheiros públicos para quem vem de fora e absorve as nossas energias e não cria qualquer riqueza...
A Câmara de Loulé devia explicar-se, ainda mais porque o PS é Governo...
LA Dezembro/2015
2 de dezembro de 2015
Albufeira: um presidente de Câmara pró-fascista
Albufeira: um presidente de Câmara pró-fascista
Em confronto directo na sessão pública de Câmara, onde o único elemento presente fui eu apesar da crise em que estamos mergulhados, o presidente, perante toda a hipocrisia denunciada do diz que faz mas não tem quase nada para dar, ou mesmo nada, com os cidadãos e comerciantes com perdas, em desespero e compulsivamente encerrados pela incúria da gestão pública, instado a falar claro para dar respostas aos problemas criados nos negócios e bolsos dos cidadãos, declara que o executivo não tem qualquer responsabilidade na catástrofe, quando há dois dias falou que já está em curso um novo plano para a drenagem das zonas de cheias e, mais, incomodado com a acusação de não fazer nada, apenas disse que estou contra o executivo e que pode vir a cortar-me a palavra em próximas sessões...
Para bom entendedor...
Em confronto directo na sessão pública de Câmara, onde o único elemento presente fui eu apesar da crise em que estamos mergulhados, o presidente, perante toda a hipocrisia denunciada do diz que faz mas não tem quase nada para dar, ou mesmo nada, com os cidadãos e comerciantes com perdas, em desespero e compulsivamente encerrados pela incúria da gestão pública, instado a falar claro para dar respostas aos problemas criados nos negócios e bolsos dos cidadãos, declara que o executivo não tem qualquer responsabilidade na catástrofe, quando há dois dias falou que já está em curso um novo plano para a drenagem das zonas de cheias e, mais, incomodado com a acusação de não fazer nada, apenas disse que estou contra o executivo e que pode vir a cortar-me a palavra em próximas sessões...
Para bom entendedor...
LA Dezembro/2015
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