18 de novembro de 2015

Presidenciais (I): a apropriação de um cargo! Presidenciais (I): a apropriação de um cargo!


Presidenciais (I): a apropriação de um cargo!

O palonço Cavaco Silva, que está enterrado até à medula no estado de subserviência e destruição das forças económicas e financeiras do país,
resolveu no seu último fôlego de mentecapto, brincar com o documento mais importante da democracia burguesa - a Constituição -, usando um cargo que deveria estar acima das disputas e interesses partidários, quando o que está em causa é apenas respeitar a decisão dos portugueses em eleições que derrotaram o seu partido e a sua coligação! Existe uma maioria no parlamento que tem de ser respeitada, a bem ou a mal, e este palonço insiste em confundir os cidadãos com as invenções a mando das forças que nos roubaram a economia e a independência nacional. Não sendo um Governo que eu vá apoiar, contudo, o que está em causa é a forma fascista como se quer aprisionar a democracia e o seu documento fundamental.


LA Novembro/2015

17 de novembro de 2015

Fascista Cavaco testa Costa e o triunvirato

Fascista Cavaco testa Costa e o triunvirato

Em nova passeata, agora à Madeira, para gastar o orçamento ainda disponível para este ano, o grunho Cavaco fugiu de Belém para assistir de longe ao concerto das vozes da coligação parlamentar enquanto a campanha da PàF e da imprensa vendida fazem o desgaste necessário à abertura daquilo que Cavaco já decidiu - não defraudar os patrões europeus da finança e da política -, de manter os compinchas em Governo de Gestão.
Costa, que anda a vender uma cara de santo aos portugueses, foi à televisão mostrar que é o último a deixar de acreditar em Cavaco e na sua liberdade de analisar a Constituição a prazer.
Nas sedes do BE e do PCP, vivem-se dias de aflicção, se que o que era já não é, e o que irão fazer, voltar a ajoelhar, coisa que sempre fizeram, ou se organizam acções em defesa do que o povo votou - a queda do Governo Passos/Portas e as suas políticas fascistas de submissão ao marco travestido de euro -,que nos conduziram à dívida fraudulenta através da destruição da economia e finanças do país.


LA Novembro/2015

16 de novembro de 2015

Albufeira entregue aos deuses?

Artigo publicado na última edição do Jornal "Barlavento"



Albufeira entregue aos deuses?

O dia 1 de Novembro, lacrado popularmente como dia de “Todos os Santos”, consagra a maior cheia deste século, água nada benta que ministerialmente nos calhou em culpa e, felizmente, em Albufeira, não levou ninguém para os céus mas, levou muitos dos nossos pertences para o lixo e os recursos para o desespero.

Este aviso líquido que veio dos céus e percorreu a terra com fúria pecaminosa, repete-se num curto espaço de sete anos, com o executivo PSD de poltrona fiado num projecto caseiro, de que três comportas que a ARHAlgarve subscreveu por atraso e por denúncia e já com o engulho da inundação de 2008 contabilizado em culpa solteira e novo credo na boca, iriam conter a fúria dos deuses que andam de mal com Albufeira, podem teimar em se instalar e por a nú o mapa de desordenamento de décadas, onde se salienta um Centro de Saúde, um complexo de lojas, escritórios e um supermercado de média dimensão em leito de ribeira...

Escorridas as águas e os habituais rituais oficiais das palmadinhas nas costas e os olhares hipócritas para o desconsolo espalhado no solo e nas portas adentro, começam os raciocínios das partes, de quem se vê em lágrimas e quem as provoca, esbarrando quem sofre no show-off de um ministro apostólico e de um executivo que se refugia nesta autoridade pouco católica, que diaboliza quem não tem meios para ter seguros, de uma maneira geral ineficazes e caros. Os empresários e a população, que pagam as taxas mais caras do país como ônus da bancarrota camarária, já aliviada com os nossos impostos e superavit de 40 milhões nos cofres, não vão ter socorros públicos nem recurso a uma Banca generalizadamente falida mas, o executivo fautor pode respirar porque lhe deram três Fundos para respirar...

Nesta análise de quem nos mete a água em casa, temos de chamar à corrente outro aspecto de um país pouco solidário e criteriosamente organizado, inclusivé na Lei, para reagir e não para agir. Se a crença do executivo se pauta por deixar uma baixa de cidade ao dispôr dos céus sem que cumpra a sua responsabilidade de procurar soluções para várias horas de chuva, obrigando a lei e as responsabilidades a fazer leituras históricas de cem anos e interpretações mais perto dos novos factores climáticos, tropeçamos numa Protecção Civil que chega sempre depois, seguindo a tradição de ser reactiva e não proactiva, o que poderia ter evitado custos e sofrimentos consideráveis e expostos. Com os meios científicos existentes e considerando que os profissionais do Tempo garantem 48 horas de quase rigor, estranha-se que uma força dotada de meios como esta suposta Protecção não tivesse agido...

Com os males e as maleitas em curso e afundados em fugas de palavras ao vento, esperemos que as fezadas do ministro Calvão, curiosamente com a tutela da Protecção Civil e que já esteve ligado aos interesses dos Seguros, do Governo e do executivo, todos do PSD, não nos deixem entregues aos deuses... que é o mesmo que dizer à incúria!

Luís Alexandre
Presidente da ACOSAL  

1 de novembro de 2015

Albufeira: a tragédia anunciada...

Albufeira: a tragédia anunciada...

Uma ribeira e uma depressão atmosférica com chuva intensa foram suficientes para mostrar a incúria política nas decisões de domar um leito de cheia que já tinha falado alto noutras ocasiões, a mais próxima em Setembro de 2008.
Um tal programa Polis/Câmara, que malbaratou mais de 76 milhões de euros públicos em cosmética de mau gosto, nunca abordou o problema do encanamento e da cintura hidrográfica de forma séria, tendo até a Câmara, por sua conta, levado a cabo obras sem a devida autorização das entidades que deveriam supervisionar e que as estavam a deixar correr se não aparecesse uma denúncia. Falamos da ARHAlgarve, um conhecido coito de boys e analfabetos...
Hoje, temos centenas de comerciantes de diferentes capacidades a chorarem as perdas a que foram sujeitos, onde me incluo com todas as máquinas para o lixo...
Há 7 anos a Câmara nada fez pelos lesados e agora vamos aguardar o que fará o executivo PSD que domina a autarquia...


LA Novembro/2015

5 de outubro de 2015

Quem ganhou as eleições? A Troika e as suas políticas assassinas!

Quem ganhou as eleições? A Troika e as suas políticas assassinas!

Numa nova eleição marcada como sempre pelo controlo quase absoluto dos meios de influenciar o eleitorado e agora refinado com a hipnotização das sondagens, abusando da regra democrática de aplicar a igualdades de oportunidades para todos os partidos, privilegiando os micros e as linhas quase em exclusivo para o círculo parlamentar, todos clamaram razões de vitória, deixando as derrotas para o povo nas decisões que uns vão tomar (PSD/CDS e PS) e no choradinho das cortinas do capitalismo (BE e PCP).
Nada de novo portanto neste país amordaçado e espoliado!


LA Outubro/2015

9 de setembro de 2015

CMF: um Bacalhau miúdo...

CMF: um Bacalhau miúdo...

Depois de ter organizado a pior Feira do Livro em Faro, num desmazelo cultural nunca alcançado, eis que o presidente Bacalhau no dia do Município faz um anúncio estrondoso de que Faro se vai candidatar a Capital Europeia da Cultura. E se juntarmos que a componente de literatura envolvida na recente edição do Festival F que trouxe a Faro um escritor de nomeada nacional, menos se percebe o desprezo que engalanou a Feira do Livro...
Deverá estar na manga a sua liquidação...


LA Setembro/2015

6 de setembro de 2015

O sistema: coligação e PS falam uns para os outros...

O sistema: coligação e PS falam uns para os outros...

Nesta pré-campanha e no velho esquema que conduziu o país ao estado de escravatura conhecido, sem independência e sem produção e riqueza, os velhos partidos do poder falam e questionam-se entre si. O resto não existe... porque só se fazem existir pela exiguidade dos votos para... o parlamento! A CDU só quer mais deputados e o BE esfrangalhado por natureza... claro que nem sabe o que quer...
Com quarenta anos de jogos políticos e um país desbaratado...o jogo continua o mesmo. Os partidos que partilharam o poder apenas querem o poder que enriquece. Quanto aos novos partidos e credibilidade... qualquer deus que lhes valha... porque não têm qualquer substância teórica. Não se comprometem com nenhuma estratégia... muito menos com a construção de um Governo de Unidade Democrática e Patriótica... 


LA Setembro/2015