17 de novembro de 2014

Demolições nas ilhas barreira

Demolições nas ilhas barreira

Depois da última fracção no seio do executivo farense, com a coligação PSD/CDS/PPM a mostrar claramente que quer as demolições e como a resistência dos pescadores e moradores tem o apoio da imensa maioria da população de Faro, devemos desde já responsabilizar esta coligação por quaisquer actos de agressão sobre o direito à resistência e à indignação da população. Os ensaios policiais de dias atrás mostram que o plano de violência está há muito cozinhado... dependendo apenas do melhor momento...

LA Novembro/2014

13 de novembro de 2014

PSD, CDS e PS têm um plano para legalizar a Justiça!



PSD, CDS e PS têm um plano para legalizar a Justiça!

Em sucessivas reuniões secretas, os indicados pelos respectivos partidos, Jardim, Portas e Sócrates, têm já uma proposta definitiva para a chamada (In)justiça, levando a sério o sector e propondo a sujectividade da palavra culpa, definindo-a em escalões e propondo:
1. A culpa desaparece acima de um milhão de euros, por relevância da carreira política ou apresentação de prova de financiamento dos partidos em causa;
2. Abaixo deste valor, protegem-se os cartões e relevantes serviços partidários;
3. As pessoas e casos não previstos nas clausulas têm sempre a possibilidade de apagar qualquer abstrata decisão com relevantes contributos a definir.
4. Quaisquer acusações de crimes menores não condenadas ou simples acusações sobre detentores de grandes actos de gestão ou fortunas e a citação de autores, são consideradas crimes públicos e abrangidos pelo código penal agravado. 

Documento aprovado por antecipada unanimidade

6 de novembro de 2014

Prepara-se um golpe de estado para depois das eleições/2015?

Prepara-se um golpe de estado para depois das eleições/2015?


Ouvindo os silêncios de Costa já candidato a primeiro e os desarranjos mentais de Rio, que ainda não é coisa nenhuma, apercebemo-nos que os mandantes internacionais que gerem o nosso país têm um plano B para qualquer impasse de resultados eleitorais que não dêem valor negocial aos partidos do bloco central.
A solução está planeada e tem rostos preferidos! Costa e Rio deverão já estar a escrever o guião a mando. Continuar a levar a austeridade de roubo ao povo, a destruição das conquistas dos trabalhadores e o pagamento da dívida fraudulenta, talvez suavizada por uma renegociação que os credores têm em carteira e lhe porá nas palavras e acordos, como forma de os sustentar políticamente.
Não falta muito para o confirmarmos, porque todos os partidos do parlamento, apesar apenas da resmunguice, querem que a vontade de Cavaco prevaleça - cumprir a legislatura -!


LA Novembro/2014

5 de novembro de 2014

E os portugueses têm de demolir este Governo!

A propósito das declararações de Paulo Lemos, secretário de estado, sobre a "necessidade" das demolições nas ilhas barreira.

E os portugueses têm de demolir este Governo!

Num autoritarismo bacoco, sem destoar no Governo a que pertence, Paulo Lemos fala de ilegalidades no domínio marítimo mas abafa a mesma condição das zonas centrais do mesmo domínio, que vão sobreviver ao camartelo. Dois pesos e duas medidas, mas esperemos que farenses e olhanenses, com a solidariedade dos algarvios, o façam calar com a sua resistência.
Este secretário, contudo, foge de assumir outras obrigações inscritas no Pólis, como as dragagens e não fazer sentido falar de renaturalização mantendo esgotos a correr para a Ria...
Quanto ao executivo farense, anda de cortina em cortina, falando apenas de adiamentos... porque no fundo concorda com o dito secretário...


LA Novembro/2014

1 de novembro de 2014

OLHÃO: ILHAS BARREIRA E AS CASAS: QUAL O PROBLEMA?

Texto retirado do blogue "Olhão Livre"

OLHÃO: ILHAS BARREIRA E AS CASAS: QUAL O PROBLEMA?

Para alem da legalidade, uma das questões muitas vezes levantada em torno das casas nas ilhas barreira, são os possíveis impactos ambientais que elas possam ter. 

Os impactos provocados pelas casas são encarados de forma fundamentalista e mais falaciosa e desfasada da realidade, atribuindo-se às casas a culpa de tudo de mau que tem acontecido às praias das ilhas.

A verdade é, que na costa algarvia, as areias movimentam-se tendencialmente no sentido poente-nascente seja por acção eólica ou e muito especialmente pela acção hidrodinamica.

Aquilo que mais veio prejudicar a movimentação hidrodinamica das areias foram a construção dos molhes da barra de Faro/Olhão, depois os molhes da barra de Tavira, os molhes de Vilamoura e os esporões de Quarteira, São esses obstaculos que impedem a normal e natural realimentação das praias.

Na falta daquela realimentação, o cordão dunar vai perdendo altura e largura, ficando cada vez mais vulnerável aos galgamentos oceânicos e esta deveria ser a preocupação maior dos defensores das ilhas barreira, mas verificamos que outros valores, muitos deles, mesquinhos se sobrepõem. 

As povoações da margem terrestre da Ria Formosa estão a uma cota ligeiramente acima do nível das águas de marés equinociais e ameaçadas pelas cheias, caso não existissem as ilhas barreira. A conjugação do preia-mar de águas equinociais com vendaval, levaria a agua até ao caminho-de-ferro e a única coisa que o impede, são precisamente as ilhas barreira, o primeiro e grande obstáculo ao avanço das águas.

Sabedores disto, os crapulas na governação deste País, alteraram o discurso e passaram a dizer que já não era por razões de Dominialidade, nem pelas casas afundarem as ilhas, mas tão somente pelo facto de estarem em risco as pessoas e bens.

Mas até no novo discurso contradizem-se já que as casas que estão em zona de maior risco, são precisamente as que se situam no sector central da Praia de Faro.

Há três anos foi feita uma intervenção nas praias de Loulé, onde se gastaram seis milhões de euros e injectaram milhares de metros cúbicos de areias dragadas, para voltar tudo ao mesmo. Nessa altura alertámos para o erro que se estava cometendo

E para que não digam que apenas criticamos apresentámos soluções já testadas noutras paragens e suportadas até com estudos do Laboratório de Engenharia Civil, como o são a colocação de recifes artificiais multi-funcionais em mangas de geo-têxteis paralelamente à linha de costa e a uma distancia entre os duzentos e trezentos metros. Estes recifes têm como função alterar a energia das ondas de tal forma que as mesmas ondas que hoje roubam as areias às praias, se transformariam em benfeitoras alimentando naturalmente as praias, dando-lhes mais altura e largura.

Aquilo que leva a generalidade das pessoas a estarem contra o edificado encontra explicação na redução da mancha de areal das praias, atribuindo as culpas às casas quando na realidade, é a ausência de uma politica de defesa costeira.

Por outro lado, e a exemplo do que acontece em Cacela, a desertificação das ilhas barreira provocada pela renaturalização induzirá ainda a um maior abandono e degradação das ilhas. Basta que atentem em situações pouco frequentadas por pessoas e vejam como  estão.

Por tudo isso, somos CONTRA AS DEMOLIÇÕES DAS CASAS NAS ILHAS BARREIRA!

REVOLTEM-SE, PORRA!

29 de outubro de 2014

Sociedade Polis funciona de forma irregular?

Sociedade Polis funciona de forma irregular?

Competindo a quem de direito investigar, surgiram dúvidas sobre a legitimidade jurídica desta Sociedade onde as Câmaras participantes deveriam realizar uma parte do capital, o que não há certezas de que o tenham feito e nos prazos estipulados...
Com esta entidade como carrasco de moradores e pescadores das ilhas barreira, aplicando uma política de dois pesos e duas medidas, compete aos representantes e advogados do movimento de contestação aprofundarem a existência desta contradição que ilegitima a sua actividade perseguidora...


LA Outubro/2014

25 de outubro de 2014

Canalizações em Faro a caírem de podres...

Canalizações em Faro a caírem de podres...

No espaço de três dias, com rupturas sucessivas de canalizações de abastecimento de água em pontos diferentes de um pequeno perímetro em torno da Estrada da Srª da Saúde (Zona da Escola Afonso III), ficou completamente a nu o desinvestimento desse monstro municipal chamado FAGAR e a negligência do executivo camarário que se demite da gestão dos recursos e funcionamento das infra-estruturas da cidade.
Muitas das áreas da chamada zona histórica da cidade estão sujeitas a regras autoritárias à superfície (não se discutindo agora a sua legitimidade e assertividade...), mas as condições de funcionamento dos equipamentos subterrâneos estão em esquecimento e falta de planeamento para a sua requalificação ou completa renovação, dada também a relativa pressão imobiliária das últimas décadas.
Com vários equipamentos sociais e turísticos nesta grande área, estes sinais de ruptura são um alerta que duvidamos tenha mudado o comportamento do executivo que sempre procura desvalorizar...
Quanto à FAGAR... é uma empresa municipal autónoma e que não presta contas aos órgãos eleitos ou estes também não se interessam...


LA Outubro/2014