9 de setembro de 2012

Nem Salazar tinha tanta frontalidade na exploração




Um Governo que só sabe roubar a quem tudo produz!

Os dois mentirosos que não têm nenhuma legitimidade para governar 

Tudo o que ontem foi anunciado foi planeado ao pormenor. E não traz nada que não se soubesse nas intenções. Quando Seguro se reunia com o primeiro Passos, tratava-se de acertar o caminho por onde ir. Ordens da Troika!
As cáfilas partidárias do parlamentarismo de sustentação, governantes, apoiantes e de lamentação oposicionista, conhecedoras do texto e do que se preparava, encheram as notícias de lágrimas…
Coelho, como animal assustado que já não vai com a televisão ao supermercado…, encheu-se de coragem para dar as más notícias. Os patrões e o capitalismo que representa aplicam mais um golpe na carteira do tecido económico de média e pequena dimensão, nos trabalhadores do Estado e agora nos privados. Todos juntos vão ter de emagrecer para pagar a dívida fraudulenta, exactamente produzida pelos chefes e afins das catedrais partidárias que dividiram o poder!
Com pouco mais de ano e meio de poder governativo, a coligação e o seu apêndice dito socialista, claramente apoiados na choraminguice do resto da coluna parlamentar e até as centrais sindicais, cada um no seu discurso de Pilatos, conseguiram colocar o país numa espiral de empobrecimento que vai fazer história, com números aterradores e que suplantam o salazarismo/marcelismo!
O capitalismo, para sobreviver, precisa de esmagar o trabalho. As suas crises de acumulação à conta da exploração, numa aparente concessão ao trabalho através dos vários instrumentos de lucro fácil, criam o ambiente em que o trabalho pensa que ganhou algo para seu prazer quando está debaixo de mais um plano que lhe vai retirar tudo.
O capitalismo que controla o poder político, deixou-o  gastar sob ordens em seu proveito e, quando a situação ameaça o funcionamento da própria estrutura do Estado, tem de recomeçar tudo e tomar as medidas para o pagamento da vilanagem.
Ninguém no parlamento português ignora estes ciclos! O que dizem e fazem seguem esta cartilha, contrária aos interesses do povo!
Se não for o povo a levantar-se, de certeza que seremos conduzidos para a submissão e a continuação do roubo!
A UGT assinou com o Governo e a CGTP deixa que tudo corra. Ambas, cada uma pela sua via, tinham de dar cobertura ao Governo e ao capital. Com declarações, manifestações que não apontam para s. Bento e greves gerais que não colocam como objectivo central o derrube deste Governo reacionário, o roubo dos trabalhadores está para durar…
Está na hora das opções e só há dois lados da barricada…


Luis Alexandre

6 de setembro de 2012

Os trabalhadores portugueses cada vez mais expostos à exploração internacional


Firma canadiana que fala em sotaque brasileiro pesca em Portugal

Governo promove a emigração, como no salazarismo/marcelismo, e não se conhece histórico de qualquer protesto dos Governos portugueses sobre relatos de miséria humana...



Claramente com a cobertura das autoridades portuguesas, uma firma canadiana na área da construção civil, vai passear-se pelo país à procura de bons operários encostados às cordas, para os alicviar a trabalhar longe das famílias.

Com o mercado fechado nas obras públicas e o privado a reflectir a falta de planeamento nacional, regional e local em matéria de oferta, o exército de desempregados e de reconhecidas capacidades é vítima da rapinagem dos interesses de países mais ricos.

O insólito e premeditado, que não será com certeza ao arrepio de quem os autoriuzou, é o facto explícito destes angariadores que não comprometem qualquer nome... ficando só a designação do país recrutador... exigirem aos interessados a posse de uma pequena fortuna, à volta dos 5 mil euros, como con dição de candidatura. E esta, ein?

Começando o roadshow no norte, onde o desespero das famílias é enorme, este vai passear-se pelo país à procura dos incautos...

E o que dizem os sindicatos desta afronta? E os ditos partidos de esquerda parlamentar que não se podem sentir desconhecedores e enganados?

Vamos esperar pelos próximos episódios! O mais certo é tudo se fazer pelo silêncio... para que os resultados se alcancem...


FaroActivo
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5 de setembro de 2012

Ainda no rescaldo do grande incêndio no Algarve


Presidentes de Câmara de São Brás e Tavira chamados ao parlamento


Quem ateia o fogo é a incompetência política do sistema parlamentar burguês
 

A farsa continua. Depois das largas dezenas de milhar de hectares ardidos com prejuizos atirados para as costas das populações, naquela práctica costumeira das ajudas que tardam e não resolvem, a chamada ao parlamento dos chefes políticos dos dois concelhos, é mais um daqueles actos de lavagem das responsabilidades.

Fechado o capítulo da fantochada do relatório e da auto-flsgelação do chefe da protecção civil, o que faz falta é salvar a face dos políticos envolvidos. Até que novos incêndios os chamusquem.

Como a faísca criminosa deixou um rasto de miséria e limpou de vez os terrenos, os gabinetes dos negócios e da política têm já novos planos e não nos admiraria que os vastos terrenos de coberto típico dessem lugar a plantações de interesses...

Num país apontado como o que tem maior área ardida em proporção na Europa, batendo os outros países mediterrânicos e da mesma exposição ao calor, o que determina a nossa catástrofe são puramente a condução política e a sua fusão com interesses escuros... que querem a nossa floresta direccionada.

O interesse nacional, o interesse local e o interesse das populações são vítimas da intencional falta de meios e de meras declarações de interesses...

Nas últimas décadas, como a floresta vai ardendo e a reposição não se faz, não faz sentido haver um plano nacional... e aqui sempre houve concordância das autoridades locais, como Eusébio ou Botelho, que lavaram as mãos em defesa da retórica partidária...


FaroActivo
faroacvtivo@gmail.com


3 de setembro de 2012

O soba e a trupe mantem-se... até quando?


Eleições em Angola: ainda não é tempo para a sucessão monárquica



Mais uma farsa eleitoral decorreu em Angola para confirmar o MPLA da família de José Eduardo dos Santos e lacaios (muitos).

Para além da habitual farsa, ou não estivéssemos a falar de África, o que nos traz à análise é a forma como as diferentes correntes de observadores vêm o fenómeno indígena.

Os portugueses da coligação governamental e da suposta oposição regozijam-se com a democracia encarnada nos fatos de seda do eterno presidente, enquanto outros observadores internacionais, curiosamente os alemães e que não se coibiram de fazer eco na sua imprensa..., pôem em causa a transparência eleitoral do processo revolucionário em curso.

Ganhou o poder instituído, a sua tropa e toda a capacidade financeira adquirida que emociona uma parte do mundo, em especial os nossos governantes rastejantes, que vêm no dinheiro sujo dos investimentos da família "proprietária" de Angola, uma muleta para a falência dos cofres da nação outrora colonialista.

A miséria do povo angolano é deles, o estilo pidesco e repressivo ao bom estilo salazarista é deles, o que contrasta com a recente hipocrisia sobre o último golpe de Estado na Guiné, onde as autoridades portuguesas falavam de democracia...

A pandilha que nos governa e se governa, depois do regabofe para a dívida e sem se importar com as necessidades estratégicas para a independência nacional e a reconstrução do tecido económico com base nos recursos nacionais, prefere continuar na subserviência canina...

Não há banditismo que dure para sempre... o nacional e o angolano...


Faroactivo
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30 de agosto de 2012

O povo sofre e os vendilhões vangloriam-se do bom trabalho...




À beira da rotura, a Troika volta para continuar a cobrar!
 




A maior mentira pintada ao povo português é que, a Toika, em representação dos chamados credores, veio para resolver os problemas do país.
Hoje, nenhum português consciente, democrata e patriota, pôde deixar de perceber o desastre real que foi a aplicação das medidas propostas e assinadas por PSD, CDS e P”S”. Se o tiro de partida tinha consensos e condescendência de muitos sectores da sociedade, com a gravidade dos resultados à vista, para além da dúvida, instalou-se o descrédito.
Quando nos venderam a austeridade como terapia, quem a assinou sabia que os resultados eram estes. Sabia-o a Troika e os seus parceiros nacionais.
Não é por acaso que o Governo não governa, vive para o memorando e para a coragem (na sua própria linguagem) de mostrar serviço, levando mais além as ordens. O Governo vê o país a paralisar, por força da cobrança coerciva e insiste na obediência que nos afunda.
Quando a Troika aterrou em Portugal, sabia da subserviência que a esperava. As boas-vindas foram dadas com as declarações orientadas para a honra de cumprirmos compromissos, mobilizando os medos do povo para aceitarem a austeridade, escondendo o roubo e as consequências do que representaria na destruição das forças económicas que ainda restavam no país.
Presidente da República, Governo e a dita oposição parlamentar, sabiam da inexequibilidade do memorando, não querendo assumir que estavam a assinar as intenções simples dos credores de receberem o que chamaram de dívida. E dizemos isto com a autoridade de que nenhum destes órgãos comprometidos e de gatas, iria pôr em causa a capacidade e a experiência dos organismos da Troika em fazer contas!
 A Troika não entrou no país porque quis. Foi chamada e trouxe a lição estudada: cobrar, começando pelos juros fraudulentos. O país e a sua execução trabalharam estes meses para pagar o que todos sabem ser absolutamente impagável. Mesmo recebendo a tal ajuda, não se deixou de emitir dívida para o futuro. Acontece que a economia não só não respondeu como está à beira da rotura! E os números não escondem a tragédia para onde caminhamos!
Ao voltar a pisar o nosso território com honras, ninguém dos órgãos do poder levantou a voz para avisar do precipício. Ao que sabemos apenas está prevista uma manifestação de organizações de quadrantes da sociedade em aviso do descontentamento.
Quando ainda nos vendem uma solução milagrosa vinda da Europa, a Troika está em Portugal e voltará a repetir a fórmula. Não são estes órgãos de poder que lhe irão fazer frente! Só o povo! Para evitarmos o desastre da Nação.

Luis Alexandre



  

27 de agosto de 2012

Depois da Moderna... seguem-se os submarinos...

Quem pensa o MP que é? Portas não anda aos papéis...



Portas é um entre muitos em todo o país. Refinaram o sistema para os seus actos terem cobertura ... de lei... e dos pares espalhados pelas instituições e órgãos do Estado. Eles estão em todo o lado! Ricos e felizes há conta do erário público e trataram das suas reformas...

O país assiste! Até quando?


FaroActivo
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25 de agosto de 2012

Como o Governo capitalista de Portugal prepara os próximos golpes


Vejam só a nova montagem: salários altos em Portugal!

 Os jovens vão engrossando o desemprego e a emigração, os mais velhos vão perdendo os recursos e o respeito, os salários estão em queda, mais de metade dos desempregados não tem qualquer subsídio, as empresas estão à beira da ruptura, o Estado perde receitas mas os credores da dívida fraudulenta continuam a ditar as ordens...



O insuspeito Banco de Portugal fez saber e uma panóplia de jornalistas a soldo do sistema de exploração capitalista fizeram coro, que o trabalho está caro em Portugal, que esse factor é negativo entre os diferentes parceiros da zona euro e nos retira competitividade...

Dito de outra maneira, os outros países que pagam melhores salários conseguem ter melhor economia e solidez e razões de crescimento e, o nosso, afinal um parceiro do mesmo sistema e apesar do roubo generalizado do produto do trabalho, continua a estar abaixo dos níveis médios da tal competitividade.

Com a chegada dos patrões da troika, o Governo de traição nacional e que assiste de camarote ao afundar da estrutura, valores e rendimentos da nossa economia, continua de pedra e cal na submissão serviçal.

Com todos os indicadores económicos a mostrarem que vence o roubo dos credores acobertados nos mercados, essa vacuidade e acumulação capitalista para amedrontar a populaça, o braço esquerdo do sistema, P"C"P e B"E", porque o falso partido socialista há muito que provou o que (não) vale, continuam todos no aferrolhar do descontentamento generalizado da população.

Quando muitas vozes democráticas dos mais variados sectores da sociedade, da cultura ao trabalho, mostram insatisfação e clamam o povo a manifestrar-se e a travar luta contra a miséria por décadas, com o aproximar das novas ordens de roubo que este Governo e a sua muleta P"S" vão ter de sancionar no próximo OE, os ditos partidos de esquerda e o seu canal para o controlo do trabalho - a CGTP -, mantêm as suas teorias de adormecimento da injustiça palavresca e da solução de ajoelhar para uma renegociação da dívida fraudulenta.

A História não vai perdoar os traidores! Onde pára a palavra de ordem de que o povo é quem mais ordena? No quadro de miséria que vivemos e que só vai ser agravado, o levantamento da população está na ordem do dia!

FaroActivo
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