5 de julho de 2012

O anedotário do falso partido socialista


Um tal Graça quer mostrar serviço na encomenda da alma de Macário

O punho que ajudou a afundar o país, continua a viver da ocasião política e não da construção e accção para o desenvolvimento. Porquê? Devem perguntar os simpatizantes


Sobre a hecatombe política que invade o PSD e aliados em Faro, o dito partido socialista entrou em festas tardias de santos populares e não pára de lançar foguetes.

O Graça, que não tem carreira a não ser de suporte de Apolinário e do seu desastre executivo, vê na poeira política de uma decisão do STA, passível de todas as maningâncias, uma ponte para lançar a sua imagem e os interesses que este partido renova para voltar ao poder.

O Graça do P"S", ainda com a cadeira fria e com a graça que lhe compete, desesperadamente salta para as páginas da imprensa para restaurar a credibilidade do partido..., e até se confere a autoridade de mobilizar a opinião pública para a demissão do autarca presidente.

O Graça, desconhecedor... ou piedoso por solidariedade dos factos que corriam em Tribunal, vê na desgraça de um correlegionário de um partido eternamente aliado na política de roubo e decadência nacional, a tábua de salvação para a sua estratégia de lançar um candidato...

O Graça, que é um resquício do moribundo ex-presidente e vereador de silêncio por obrigação da palavra, entende que o mundo se lhe abriu e que não é preciso mostrar programa, vontade, ruptura e identificação com os problemas concretos da população.

Afinal, saíu o outro e entrou o Graça e a falta de decoro é a mesma. O P"S" vai continuar a ser parte da política de falência...

E os simpatizantes não dizem nada? O P"S" só espera por cadáveres?


FaroActivo
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4 de julho de 2012

Há muito que se sabe das falcatruas do Macário


Perda de mandato? O PSD não deixa...



Só os incautos é que se surpreendem com a notícia. E não haverá qualquer perda de mandato, porque para isso as máquinas já estão a trabalhar. Ao PSD nacional e em particular ao regional, apesar de desabafos desconfortáveis provocados por alguma solidão e falta de dinheiro nos cofres... não lhe interessam a saída que lhes manche o caminho a um ano de eleições e nas condições de falta de acreditação do Governo.

O anúncio da medida do STA depois de vitórias intermédias, não passa de um episódio da luta de bastidores que os dois partidos do bloco central travam pela conquista do poder.

Macário Correia é um dos símbolos regionais do PSD, pelo percurso e longevidade ao serviço dos interesses que o PSD representa na sociedade burguesa e, como tal, o dito espanto dos dirigentes regionais não passa da preocupação pelas repercussões e pelo timing do anúncio, colocando o PSD concelhio em alerta sobre o peso da figura. Um contratempo para o timoneiro que já tinha anunciado o seu candidato.

Para o blogue FaroActivo e a população farense, que não podem incorrer em jogos de disputa e interesses escondidos, o que sobressai é que Macário Correia, que se vai manter no cargo até ao fim do mandato, não tem condições políticas para se recandidatar.

O rebento Norte tem um fardo nas mãos, porque nem Faro vai lá com Bacalhaus, nem o PSD tem uma figura que dê substância.

Neste caso, o que nos preocupa e que a população entenda, é a forma grosseira como os autarcas desprezam as opiniões dos técnicos para vingarem os jogos políticos, como os níveis de análise das instâncias administrativas que julgam os casos...

E quanto a violar as leis, escapariam poucos...


FaroActivo
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Cantinho da falta de vergonha (perdão… da ronha)


(espaço dedicado aos deputados algarvios)


Miguel Freitas tem de sentir-se em alto risco


Na coluna que divide com Mendes Bota no pasquim “O Algarve”, Miguel Freitas assinala o que todos assistimos: a degradação acelerada da estrutura económica e social da região.
O que Miguel Freitas esconde é a sua própria responsabilidade e a do seu partido que foi poder, também com maioria absoluta, onde o monstro continuou a crescer.
Os números que lança para os nossos olhos têm um começo na gestão do socratismo, de que foi incondicional por promoções sucessivas e, nunca foi capaz de abrir a boca em defesa do Algarve.
Agora, na “oposição”, este malabarista da política, pensando no seu umbigo, desdobra-se em intervenções que desembocam todas na defesa das políticas do Governo de traição nacional com o qual o seu partido tem em comum as medidas de roubo do memorando da Troika.
A prová-lo, estão as suas declarações no texto do artigo onde refere: “ O PS foi o único partido que prestou atenção à aplicação do impulso jovem no Algarve”, tal como interferiram com propostas no “Programa Estímulo 2012 para a Hotelaria e Turismo, com a extensão do emprego intermitente e vínculo laboral plurianual”.
Freitas e o P”S” assumem o denominador comum da fragilidade do emprego, quando a sazonalidade não dá possibilidades às empresas de lavrarem contratos de trabalho e lutam para sobreviver.
Freitas está do lado do memorando que mata a economia e não o denuncia. Embarca nas falsas mezinhas montadas para enganar os cidadãos. Fá-lo como “oposição, como o faria como poder.
Freitas é mais um dos cadáveres políticos que se arrastam e que os algarvios vão rejeitar!

FaroActivo
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3 de julho de 2012

Portagens: Vitorino/CFC pragueja contra centralistas



 Mas há diferenças? Só de palavras, porque as práticas concorrem para os mesmos objectivos


O remexido José Vitorino, líder da plataforma de salvação de Faro (?!), vociferou os órgãos e as famílias partidárias regionais, acusando-os de fazerem um jogo contra os algarvios e que o irão pagar… apenas através da História (claro não vá o diabo tecê-las e sobrar para ele)…
O Governo PSD/CDS e o falso partido socialista concubinaram-se para as portagens e não vão desarmar com o esbracejar de Vitorino ou qualquer comissão. Vitorino sabe-o bem! Tal como a tal comissão. Mas insistem na via legalista e não na mobilização geral para o protesto de norte a sul.
Todos afirmam e provam com números a injustiça mas não movem uma palha para travar a tal injustiça que parece só a História vai fazer… por via da consciência … e não de uma página de luta.
Que diferença há entre apoiar as portagens e apenas vociferar sem atingir quaisquer objectivos? As portagens são uma medida do Estado capitalista que os alimenta a todos e… que é preciso preservar!
E depois ainda há a Troika que é quem mandou aplicar as portagens e recuar na ordem é como não pagar a dívida e os juros fraudulentos…
O Governo só recua se os algarvios mostrarem os dentes…

FaroActivo
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2 de julho de 2012

Depois do supra sumo Cavaco, agora foi o Álvaro a experimentar o ódio popular



A direita no Governo está a perder credibilidade e tudo pode piorar

Com um Governo nascido na mentira, aliás igual a todos os outros que se elevaram no país, e com um percurso feito de roubos sobre a população a pretexto de que o país está na falência, o que poderão esperar da população? Compreensão? Nunca!
Cavaco Silva, uma figura sinistra nas suas confabulações de presidente, já trazia de trás a auréola de um primeiro-ministro que iniciou a venda do país ao estrangeiro e, o Álvaro da economia, pelo seu afundanço, estiveram na calha das suaves descargas do descontentamento popular.
Os dois representam o que de pior há na sociedade, os dois são parte da destruição da economia, os dois são lacaios dos interesses estrangeiros que rapinam as finanças do país, ambos criam e decretam as leis miseráveis de roubo dos salários e condições de vida do povo português e julgam poder passear-se impunemente.
No fundo e eles sabem-no bem, estes incidentes da reacção popular são balões de ensaio para uma revolta que necessariamente tem de crescer. Queiram ou não os lacaios que se dizem de esquerda e chafurdam nas mordomias parlamentares onde tudo passa… e que a insalubridade das suas moções de censura não passam de propaganda gasta.
O Cavaco e o Álvaro já deram o alerta…


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O jornal online da ACRAL sobreviveu ao AVC?



 Mário Lino, o director do OdA, pergunta quem vai pagar a factura


Ao fim de quase dois meses, o director do Observatório do Algarve renova o editorial de prova de vida.
Não poderia escolher melhor tema e deu-lhe forma com o sugestivo título de “Quem vai pagar a factura”, referindo-se à situação actual do país.
Depois da penumbra do tempo a tapar a inércia do jornal e o seu editorial com o título curioso de “Tapar o Sol”, o director para o funeral do jornal comprado e financiado pela ACRAL, tenta manter as aparências e publica notícias repassadas a par de que conseguiu afugentar todos os colunistas.
A verdade da situação é que não se compreende a aventura de uma associação de comerciantes que entra em despesas para comprar um jornal e deixa bem patente a dúvida da intenção e se não há aqui ordens para apenas… silenciar uma linha editorial.
Com a gente que dirige esta associação, com provas dadas de se moverem por interesses pouco claros (curioso que o dinheiro que não aparecia na tesouraria esteve em conta particular de um membro dos corpos dirigentes e ninguém se incomodou…) não admira um novo episódio de contornos duvidosos com acção na liberdade de expressão e de informar.
Ao blogue do FaroActivo não importa o que pensam todos os crápulas associados e não vai deixar de falar sobre tal movimento enquanto não virmos anunciada a missa do sétimo dia… para finalmente percebermos…


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1 de julho de 2012

Depois de conquistar a concelhia, reparou na Ria Formosa




Cristóvão Norte já começou trabalho eleitoral



O rebento, que quer singrar na política, nas condições difíceis que herdou, já tem um programa de propaganda, que não é inédito, pois trata-se de fazer perguntas aos colegas que já subiram ao Governo, onde um dia mostrará valor para chegar, e a questão da situação do ecossistema da Ria Formosa foi escolhido para lançamento.

Como levou no saco dos apoios ao cargo da concelhia gente que já é velha em avisos, o deputado Cristóvão Norte reabre o livro, onde Macário Correia já tinha escrito páginas de pura propaganda com base nos mesmos avisos e não atendidos, e elevou-o para questionar a ministra do mar e da terra.

Como ninguém viu ou ouviu o que disseram, o que sai cá para fora é o costume, que o Governo está atento e a trabalhar na matéria e a seu tempo tudo se saberá do sumo que poderá estar disponível.

Entre dentes, também como é costume, fala-se das dificuldades em responder em situação de debilidade económica, envolve-se tudo em papel de oferta do melhor para dizer que existe uma grande preocupação pela Ria e pelos que dela dependem.

O Cristóvão, na sua ânsia de protagonismo na cidade, procurando mostrar que a iniciativa está do lado dele e Macário presidente em segundo plano, mostra que se vai desenrascando nessa actividade da demagogia de que as coisas estão a andar…

Todos sabemos que quem vive e trabalha na Ria não tem meios para resolver os problemas. Aponta-os! Quem ganha dinheiro por nomeação para controlar, nunca fez o papel de protecção que se impunha. Serviram-se! E, Faro, vai continuar a olhar para a Ria Formosa, como a riqueza que lhe beija os pés e afinal não lhe é proporcionalmente útil…


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