24 de junho de 2012

Alemanha aposta tudo na hegemonia. Nem o futebol escapa...


O futebol fala pela política? As imagens mostram que sim!




A nazi representante do imperialismo alemão, a mesma nação que foi apoiada com muitos milhões pelo plano Marshal, depois da segunda guerra mundial em que destruiu nações sem pagar os custos, está presente em cada jogo de relevância e vive-os numa atitude de pura arrogância, de esmagamento de cada um dos adversários.

Merkel, um símbolo do que o mundo não quer, e não está em causa a conduta corrupta dos políticos dos países que se endividaram de forma abjecta, continua a saga de comandar a Europa, a que chama de comunitária.

E agora quer pelo rolar da bola dar um sinal de hegemonia... 

Até quando vão os povos continuar nesta estupidez... que o façam os empregados como Passos, Portas, Hollande, Rajoy, Samaras, Monti e outros...


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23 de junho de 2012

A liberdade vai... até onde o Governo quiser...


Eu sou o Relvas... o segundo... do Governo...




E fica tudo numa boa... e os poucos jornalistas que não se bandeiam para o lado do Governo já sabem que estão por sua conta. Ou se calam ou se demitem...
Quanto à ERC das nomeações, vai continuar a receber os ordenados...
No sistema capitalista, a liberdade de imprensa é uma farsa!




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22 de junho de 2012

O cantinho da ronha


(espaço dedicado aos deputados da região)


O Freitas, a Europa e os resgates

Porreiro pá, por teres recebido o Sócrates lá em Paris, queremos que fique longe... e nós vamos estar com tudo o que disseres mesmo que não dê em nada...


Seguindo o pensamento profundo do chefe com origem em França, o deputado Miguel Freitas, verbera o Governo PSD/CDS, em coluna no pasquim “O Algarve”, por não atender a nova visão do falso partido socialista, que pretende aliviar a pílula dos meios de pagamento da dívida fraudulenta que ajudaram a criar e nunca poderiam contestar.
Comprometidos com o memorando e gozando do privilégio de se sentarem ao lado dos patrões da Troika, o P”S” de Seguro e Freitas procuram sair do lodo e buscam pelo palavreado, as graças do povo que exploraram e enterraram, escudando-se nas palavras de Hollande de “crescimento e emprego” e nas aparentes benesses do resgate que vai comprometer a economia espanhola.
Miguel Freitas, agora remetido a papagaio exclusivo do parlamento na região, vai procurar manter-se vivo como a extensão da nova ordem dentro do partido que, não tendo o poder nem ideias que não sejam as da Troika, precisa de importar o que se passa noutros países com as mesmas maleitas do oportunismo capitalista.
A choradeira de Freitas não se vira para a raiz dos nossos problemas, que não passam por suavizar as medidas de exploração, ou pela lambugice da renegociação do B”E” e P”C”P, que vão dar no mesmo!
O povo não tem de pagar uma dívida que não contraiu!

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21 de junho de 2012

Governo, 1- Resposta à crise, 0



A afirmação do futebol é o que nos resta?

O futebol ainda é o ópio do povo? Se analisarmos bem a fundo, pelos seus casos e intervenientes, não podem restar dúvidas... e nem a selecção pode servir de expiação...



Com a vitória da selecção portuguesa de futebol e a sua passagem a outro patamar superior, o país saiu à rua num contentamento deslumbrado que substitui as reacções de revolta pelas dificuldades das suas vidas.
O futebol ganhou, mas o país mantém o elevado nível das suas dificuldades. Por muito que desgoste aos que libertam as suas energias por esta via, a situação de roubo e humilhação do povo português para pagar uma crise e uma dívida que não criaram, mantém-se intacta por parte de quem a criou e nos governa.
Apesar da vitória futebolística que simboliza o esforço e a vontade de vencer dos portugueses, esta não pode esconder a realidade amarga de sujeição de um Governo aos ditames dos exploradores internacionais que rapinaram a nossa economia e finanças.
Se a satisfação pela via do futebol é um motivo de orgulho, o facto de permitirmos que nos roubem os salários e as condições de vida, não nos podem trazer em euforias.
Nenhuma vitória final em futebol substitui o estado geral da Nação. As vitórias do futebol são passageiras mas a luta pela vitória da independência nacional e do desenvolvimento do país, são longas mas duradouras. E o povo está primeiro!
O Governo foi capitalizar o imediato, usando o futebol e os muitos interesses que estão por trás, mas não tem soluções para o futuro da população do país.

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Mais um alerta ou outro declarado louco?



Cecília Meireles, a secretária fantasma que decida



O governador do Banco de Portugal esteve no Algarve e à margem da conferência sobre outro tema, suspirou o que muitos já adiantaram no passado sem sucesso.
Carlos Costa entende, como nós, que o Turismo continua a ser um veículo de desenvolvimento se reanalisarmos todas as condições em que se deve mover nos novos contextos da procura e da oferta.
O Turismo, para além da forte componente do lazer, é a nova indústria da formação do conhecimento histórico e científico, de comunicação civilizacional e de gerações e, portanto, evoluiu em novas vertentes que não foram apreendidas em toda a extensão dos valores e do rendimento.
Estas ideias não são novas e nunca foram levadas a sério, exactamente pela velha mentalidade preponderante em que o betão é que mais ordena e as suas actividades associadas.
Quando num passado recente um dos gurus do imobiliário defendeu com unhas e dentes o retorno a este modelo, sob a capa do Turismo residencial, que tem a sua razão de ser, e até foi eleito “honoris causa”, contestámos esta forma de motor quando outras ideias têm de começar a ganhar o tal espaço novo.
O Algarve, que já foi a galinha dos ovos de ouro do encaixe do Estado, foi sempre olhado de cima para baixo, gozando do enriquecimento fácil dos que aqui vieram investir com o beneplácito e aproveitamento dos que exerciam o poder.
Apesar dos largos constrangimentos que vêm derrotando a região e lhe encurtam a manobra, as soluções passam por um novo contrato, onde o saber aliado à experiência, inevitavelmente, conseguem produzir mais-valias de uso duradouro.
A sazonalidade não é uma maldição. É, tão-somente, uma falta de visão.
O clima do Algarve não nos traiu e mesmo a nossa cultura e tradições não morreram. Apesar de muitas perdas, continuamos a ter uma reunião e homogeneidade de valores estruturais que devem ser valorizados. Onde estamos mal é ao nível das estruturas e da capacidade dos intervenientes que ocupam as pastas das decisões.
Carlos Costa não acrescentou e… os políticos também não querem ouvir… a começar pela Secretária de Estado…
As ideias honoris são mais gratificantes… de curto prazo e lucro fácil, deixando mais uma vez a sustentabilidade no vazio.

Luis Alexandre

20 de junho de 2012

O P”C”P, convertido ao parlamentarismo, prima pelo ensino burguês




Fala para que tudo fique na mesma!

Eu vivo do Ensino burguês... porque haveria de acabar com ele... se o capitalismo corta... que remédio...

O Partido dito comunista, que se tornou o maior defensor do parlamentarismo burguês no país, quando os seus pares aspiram a outras formas de suspensão da democracia, foi à Universidade do Algarve associar-se às lamentações de falta de orçamento.
Para o P”C”P trata-se de chorar os cortes lamentáveis que afecta todos os sectores do funcionamento da Universidade, sem querer discutir a natureza de classe destas medidas e os seus reais objectivos.
Quando o Governo representante do capitalismo reacionário corta no Ensino, pretende atingir os filhos das classes trabalhadoras, acabar com a possibilidade de melhorarem os seus conhecimentos e atingir níveis superiores de inteligência que contribuam para a compreensão do funcionamento do sistema político de exploração da minoria sobre a maioria.
Para o P”C”P, a sua intervenção começa em reuniões onde os problemas de fundo não são analisados e termina com as promessas de levar acima o assunto ou, em mais uma proposta de lei para o caixote de lixo da burguesia reinante.
Os dirigentes do P”C”P sabem muito bem que nas actuais condições de exploração do capitalismo as escolas só se abrem para os trabalhadores nos limites das necessidades deste ou mesmo de explorar os rendimentos das famílias. No actual contexto de crise da globalização e de profunda crise do capitalismo, em que se defende que a produção vai dispensar muita gente, o sistema não está interessado em canalizar os recursos que espolia em impostos, em formação das camadas baixas da população.
A UALg, como todo o Ensino, obedece aos ditames do regime capitalista, a bem ou a mal, e não é o P”C”P que vai mexer um dedo para mudar o sistema.

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19 de junho de 2012

O capitalismo refina a “Justiça”



Diz a ministra: fecho dos tribunais, mais Justiça!

No desencontro dos pratos... é que tem morado a Justiça... nada que o povo não saiba e apenas tarda em responder


Como sempre, os ministros que servem o capital moderno, dizem as verdades pelos seus caminhos.
A ministra quando quer fechar Tribunais e reduzir custos em nome da Justiça sabe que está a defender um determinado tipo de Justiça, virado não para a população mas para os grandes interesses, que têm meios e influência para chegar a todo o lado.
Ao contrário da população, que no limiar da pobreza não tem condições para exercer os seus direitos ou de defesa ou de acusação. O sistema judicial em Portugal é uma fraude, com custos incomportáveis e tempos de execução manobrados pela displicência e interesses que passam para trás do balcão.
Na mesma linha do fecho de escolas, centros de saúde, instituições do Estado e agora dos Tribunais, o que está em causa são os rácios do Estado oportunista mas com rostos, que estendem e encolhem conforme os interesses instalados. A economia capitalista encolheu, os Tribunais encolhem!
A ministra não quer uma Justiça célere e independente, ao serviço da população. A ministra quer uma Justiça concentrada nos grandes centros, controlada e que afaste os milhares de protestos da população sobre injustiças.
Se atentarmos no modelo instituído do recurso ao apoio judiciário controlado pela Segurança Social, perceberemos melhor os tentáculos do Estado nos seus critérios de refinação, onde os cidadãos desprotegidos e de parcos recursos se expõem sem discussão.
A Justiça é um instrumento de poder de classe. Desde a sua fundação que foi quase sempre parcial. A História não engana!
Ao povo, só lhe resta procurar fazer a sua justiça e mudar tudo de alto a baixo!

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