6 de maio de 2012

Para onde vais Algarve? Com defensores destes…



Elidérico Viegas (PSD) e Vítor Neto (P”S”) em sintonia sobre portagens


Duas nulidades que se arrastam na vida política podre do Algarve, e insubstituíveis, declararam em tempos diferentes sobre os constrangimentos das portagens, que os estrangeiros deveriam ficar isentos.
Enquanto a luta esteve no activo, com uma comissão a gastar as energias dos algarvios a correr para trás e para diante nas estradas sem unir a luta a nível nacional e do lado espanhol, estes dois figurões remeteram-se a declarações evasivas que consubstanciavam a sua efectivação.
Com o rebentar da presuntiva confusão da Páscoa, com os espanhóis como baratas tontas á procura de salvo-conduto pré-pago para circularem em Portugal, estes dois figurões, quais gurus da última e importante palavra, sacam da inteligência e absoluta divisão entre quem vive e trabalha na região e os estrangeiros que nos visitam, defendendo que uns devem pagar e outros não. Nem mais!
Ninguém os viu em qualquer protesto, cuja inocuidade votaram, porque não se misturam e como se não fosse o povo anónimo que saiu à rua, em consciência contra uma medida injusta e não pelos olhos da cor política que se interpôs.
Elidérico Viegas e Vítor Neto, duas castidades da política regional, devem ser reconhecidos pela sua posição que consideramos de traição aos interesses dos algarvios, e, possivelmente não será só pela questão da divisão que propõem…

FaroActivo
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5 de maio de 2012

O país sob ordens...



Para onde nos leva este Governo?


Ainda com menos de um ano de vida, o Governo PSD/CDS não defraudou os interesses que representa. Certo da missão que lhe incumbiram, endireitar as finanças do país em favor dos credores e do reforço do capital interno, com medidas punitivas e recessivas, o que vinha torto só poderia piorar.
O desemprego e as falências não páram, tal como a quebra dos rendimentos das famílias e por consequência a quebra das receitas do Estado. Mesmo nestas circunstâncias, que diminui a liquidez do mercado, o Governo diz-se fiel ao acordo da Troika, que foi elaborado num período de raciocínios fundamentalistas da UE, onde a senhora Merkel e o adjunto Sarkozy apenas queriam recuperar os cofres dos seus Bancos e a estabilidade da moeda que lhes serve de almofada.
Com a aparente mudança do discurso em França e a pressão que emerge do fundo das massas populares que não suportam a dimensão da crise do sistema capitalista e ganham uma crescente consciência de que não é da sua responsabilidade, os próximos tempos dos Governos da burguesia europeia são de evitar a ruptura total do tecido económico e financeiro. Os políticos puseram-se em sentido, fundamentalmente pela sua incapacidade.
Em Portugal, país sem voto em qualquer matéria e que foi aprisionado pela dívida contraída de forma fraudulenta, o actual Governo governa para essa mesma dívida, continua a negar o investimento público, persegue as empresas e as famílias, promete o que não sabe, tem os números da execução governamental em descontrolo, celebrou um Contrato Social falsamente para “o emprego e crescimento”, que um dos subscritores - a UGT-, já não suporta como acto consciente de traição, sobretudo quando as forças que lhe são próximas na Europa, supostamente querem impor mudanças.
Com a madrinha da dívida de Portugal, a senhora Merkel, conselheira de Sócrates e de Passos Coelho a não querer ficar isolada, com o novo presidente de França a querer mostrar serviço, a Espanha em queda livre e a Grécia em permanente protesto, faltando saber que desenvolvimentos noutros países, os agentes da especulação internacional e que acumulam os dinheiros roubados às economias dos países, poderão ter de recuar na dimensão do roubo que vêm praticando.
Com o sistema capitalista em análise de reconversão para evitar a revolta contra os seus processos, o Governo de Portugal ainda persiste no discurso de empobrecimento em nome da honra - continua a declarar solenemente o segundo Portas -, sabendo o rumo de consequências imprevisíveis que o país está a levar.
O que facilmente podemos concluir é que o Governo do PSD/CDS não tem estratégia de crescimento, não tem solvência e como não serve os interesses dos portugueses e a independência do país, também não tem futuro. Mais tarde ou mais cedo o povo português vai esmaga-lo!

Luis Alexandre 


4 de maio de 2012

Governo PSD/CDS força penúria dos Hospitais


Faltam medicamentos e outros materiais

De norte a sul, ouvem-se as queixas dos Hospitais Públicos sobre a falta de meios para exercerem as suas funções. Os profissionais solicitam os materiais mas estes não chegam para as necessidades. Há relatos de casos de reutilização, onde conseguem fazê-lo, obedecendo a um mínimo de regras.
Paralelamente, também se levanta o véu sobre os Hospitais privados cujos negócios aumentaram no ano de 2011 mas apresentam elevados níveis de endividamento à Banca, apesar dos contratos chorudos com o Estado e onde se destaca o Grupo Mello.
Nunca é demais denunciar, em nome do pagamento de uma dívida fraudulenta contraída pelos Governos passados, o actual está a pôr o país a ferro e fogo, roubando os meios de sustento da população e aumentando os custos dos serviços do Estado, que no caso da Saúde atingem o despudor.
Desde as queixas dos profissionais, sem excepção, juntam-se as deficientes condições de trabalho e a falta de meios que inevitavelmente se reflectirão na parte da população que recorre aos Hospitais.
O Governo PSD/CDS não tem uma estratégia para a Saúde, tal como para os outros sectores da vida pública e apenas sabe obedecer à lógica de cortar sem racionalidade, mantendo as estruturas e os privilégios que sempre se penduraram no sistema de Saúde.
As notícias de amanhã, só poderão ser piores que as de hoje.

FaroActivo
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Mais uma lavagem de cara



Cristóvão Norte vai a eleições na concelhia do PSD

Se quero viver da política? Claro, tenho bons exemplos e bons resultados...

O jovem Norte, filho de peixe graúdo e talhado, diz-se aureolado para a conquista da concelhia do PSD em Faro, também pela força dos contantes apelos a que o sujeitam.
Com uma lista interminável de suporte, presumivelmente a fina flor que foi o baluarte da experiência com Macário, de quem foi aprendiz autárquico, e, não cuspindo em prato nenhum em nome da coesão, Cristóvão Norte diz-se criador de uma visão para o concelho nos próximos 15 anos (?!), com a clara intenção de perpetuar o seu partido no poder.
Com tanta visão, começa por ter o problema do prazo de validade do seu ex-chefe, que tem um rasto de conflitualidade com sectores do trabalho e das actividades económicas, prometeu soluções para o buraco financeiro da autarquia mas não lhe deu qualquer sentido.
Aliás, o ainda candidato de fresco, conhece bem os atavios e nem o seu curto sentido de deputado lhe acrescenta qualquer poder de fogo em relação ao poder central do seu partido que não abriu mão de qualquer solução milagrosa. A ordem, seguindo a linha nacional da governação continua a ser a de taxar ou, dito de outra maneira, encontrar os meios dos munícipes pagarem os buracos existentes. Com empréstimo ou sem empréstimo.
O espírito do jovem Norte, no fulgor da idade, poderá ter armas para ganhar internamente mas, na leitura que fazemos dos problemas que afectam a região, parte marcado com a sua ligação ao centralismo nepotista, que tributou a única estrada do Algarve, que abandonou as carências de Saúde que a solução do Hospital Central traria, parou sem respeito as obras da EN 125 e não tem medidas para combater o grave desemprego e assimetrias regionais.
Norte poderá estar orientado para a concelhia mas não está para a sociedade. É mais um… do velho sistema…

FaroActivo
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3 de maio de 2012

Governo PSD/CDS salvaguarda as costas



Ministro arranjou 57 milhões para as polícias


O ministro Manuel Macedo, confrontado com manifestações e declarações ameaçadoras de desagrado das polícias, depois de muitas hesitações percebeu que tinha de escudar o Governo e as forças que o suportam da ira da população.
No meio do saco roto e da má execução governamental, quando não há dinheiro para a Saúde, o Ensino, para as Obras Públicas, os desempregados e o resto dos funcionários do Estado, o Governo de Passos/Portas desencantou a módica importância de 57 milhões para satisfazer as tabelas salariais da PSP e da GNR.
Os homens de mão do regime, portadores de pistolas, levaram a sua por diante e claro que vão seguir o seu rumo, defender as costas dos exploradores e das suas instituições, mostrando de que lado sempre estiveram e que não se associam à luta mais geral dos trabalhadores contra a exploração desenfreada que este Governo de traição nacional decretou a mando das forças estrangeiras que controlam e exploraram a nossa economia e finanças.
Com mais reforços prometidos, mais meios de fogo e muito dinheiro, a GNR e PSP reuniram as condições para se tornarem no principal braço armado do regime. Tudo como dantes e não só no quartel de Abrantes…

FaroActivo
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Quem idealizou os parquímetros: PSD/CDS e P”S”, pois claro!



Quando se propõe uma comissão…

A Masitrave tem os papéis na mão, todos na assembleia o sabem... 
 

Quando se propõe e aceita uma comissão para analisar é porque se quer ganhar tempo e diluir o assunto.  Assim agiram PSD, CDS e P”S” na assembleia municipal.
Com compromissos firmados e graves penalizações previstas que foram minuciosamente trabalhadas ao longo de meses, os ditos partidos de esquerda e o Vitorino/CFC não mexeram uma palha antes da concretização da medida.
Quantas assembleias e sessões públicas de Câmara passaram no decurso da preparação do dossier parquímetros? Muitas! E porque razão esta falsa tropa de arautos de defesa dos cidadãos não agiu e não criou as condições para travar a medida em tempo útil? Porque a queriam deixar passar para dar uma mãozinha nas finanças da autarquia. O povo é que estragou tudo, porque nem as associações de comerciantes iam abrir a boca, só para apoiar… como fez o presidente da ACRAL com a sua resposta dúbia…
PSD, CDS e P”S” fazem o trabalho que sempre fizeram, no concelho ou no país, desbaratam os recursos públicos e põem os cidadãos a pagar. E como os dinheiros dos parquímetros são uma gota de água… que mais andarão estes senhores a tramar…
Quanto à promissora comissão, representativa como convém, para lhe dar o tal toque de democracia, vai esbarrar com as mesmas forças de bloqueio e intimidar-se pelas consequências da anulação da golpada dos parquímetros.
O futuro o dirá, que passam os parquímetros (com arranjos ou sem arranjos), secam-se as lágrimas da CDU e BE e o Vitorino/CFC encosta a vassoura…

FaroActivo
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