22 de abril de 2012


PORTO: um Rio de ódio

Polícia desaloja pela força expressão de cultura popular

 Rui Rio, presidente de Câmara do Porto e mais uma reserva do PSD para altas missões, deu anteontem uma prova das ideias que o movem.
Revelando o estilo autoritário que vai no seu interior, que habilidosamente foi escondendo nos mandatos, como não aceitou o projecto ou não servia às forças políticas a que pertence, resolveu usar o poder de mandar a polícia desalojar pela força e sem aviso prévio, uma estrutura de acção cívica ao serviço da população, virada para a cultura e desenvolvimento das artes populares.
Bem mandada e sempre desejosa de acção, a polícia do Porto serviu caninamente o poder, porque a sua missão não é fazer perguntas ou apuar de que lado está a razão, mas sim usar da força. Foi o que fez.
O Rio prepotente, em recta de saída, não teve qualquer pejo em mostrar que é ele quem manda e quem não for comer à mão, não tem vida. Tanto ódio à cultura popular e às formas independentes da população se organizar e usar os espaços públicos devolutos.
O Rio mandou e os portuenses também o saberão mandar para outro lado e ao seu partido…

FaroActivo
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Como se mata um jornal por ambição deslocada

“O Algarve” vira doação de papel

Com o novo presidente e uma direcção obediente, os clarões de visão para uma intervenção planeada na comunicação regional, levaram uma associação de comerciantes moribunda a pensar em saltos no escuro… e despesas descontroladas.
A ACRAL, através da outra publicação online que sustenta – o Observatório do Algarve -, faz parangonas de solidariedade com oferta de toneladas de papel que só podem advir do acumulado de material que não foi comprado.
A ACRAL, que afinal é uma associação de comerciantes (dos que ainda nela confiam), ainda que tenha arrancado apoios mínimos para a aventura jornalística, com tanto trabalho por fazer na área da intervenção política em defesa dos associados, em situação aflitiva de funcionamento e sobrevivência, quais são as razões para acumular resultados económicos negativos que a fazem acumular toneladas de papel?
A ACRAL, que do nascimento aos dias de hoje apenas assiste ao enterro do pequeno comércio, porque esteve ao lado dos Governos e das suas medidas de proliferação das grandes superfícies, ainda somou aos seus resultados de gestão financeira o dinheiro proveniente do chamado fundo de compensação desses conglomerados.
A ACRAL é sem dúvida a principal responsável pela situação de degradação da situação do comércio e serviços da região, por omissão ou conivência.
O que não admira, dada a proveniência e estrutura mental dos seus dirigentes.

FaroActivo
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21 de abril de 2012

Apagar o fogo com gasolina

O preço de matar a economia

Não te preocupes, os portugueses vão na nossa conversa, aliás vamos dar-lhes mais 16 mil milhões... de dívidas e, claro, que os vamos pôr a pagar

Não há nenhuma surpresa nas notícias da execução orçamental! Os números adiantados pela imprensa são o resultado do servilismo e da chantagem internacional, que puseram o país e o seu povo a ferro e fogo.

Quando os horizontes deste Governo de traição são os da destruição das empresas e do emprego, da venda dos activos nacionais ao desbarato e da extorsão fiscal (não confundir com o secular fechar de olhos às acções de fuga, isenções e perdões das grandes empresas nacionais e estrangeiras) , de ajoelhar à usura dos especuladores e sem tomar quaisquer medidas contra os privilégios que nos poupariam milhares de milhões, os resultados só podem ser o empobrecimento geral.

Quando dizemos que não surpreende o caminho para o desastre, aludimos às afirmações não muito longínquas em que Coelho e Portas defendiam o empobrecimento... para crescermos (?!)... e daí estarem já a preparar nas nossas costas mais um resgate de 16 mil milhões... para somar aos anteriores 84 mil e o resto da dívda que ultrapassa o valor do PIB anual...

O povo português tem de reflectir sobre o caminho que estamos a percorrer e porque razão os políticos da burguesia e os seus partidos, que nos criaram os constrangimentos, continuam a ter o leme da vida do país e só pensam em salvar os seus interesses e os dos amos estrangeiros.


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20 de abril de 2012


Mendes Bota na onda do petróleo

O incompreendido Bota

Aqui há petróleo, aponta, mas o meu Governo não vai deixar os algarvios ver-lhe a côr... eventualmente só nas praias...

Mendes Bota, que sabe o que são boias, escreve no jornal da ACRAL que leva 25 anos de conhecimento do dossier petróleo, vem do tempo da ostracização a que Cavaco o votou e que nunca parou de agitar o assunto. Diz que foi o único e pelos vistos de forma pouco convincente ou não havia ali nada para tirar…
Agora que o Governo do seu partido resolveu tirar dividendos do ouro negro e ameaça as costas algarvias, Mendes Bota fala de se resguardar para memória futura, que as forças vivas da região não o ouviram apesar de com elas se ter concertado para trazer o Algarve ao mais baixo nível de criação de riqueza.
Na longa carreira política, porque não teve outra, não duvidamos das intervenções contra os riscos do petróleo, como não duvidamos da informação privilegiada sobre este dossier e, sobretudo, sobre todos os outros.
O que podemos constatar é que, como deputado não foi ouvido, como líder regional também não, tal como deputado europeu. Ou será todo este choradinho mais uma camioneta de areia para os olhos dos cidadãos…
E sobre tudo o resto não se quis fazer ouvir? Ou esteve lá a assinatura?

FaroActivo
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Texto retirado do blogue "Olhão Livre" e de grande significado


 

POLIS DA RIA FORMOSA OU DA VERGONHA?

Anónimo, alertou-nos para uma autentica canalhice no Polis, que envolve a Valentina Calixto e o Macário Correia e que só vem dar-nos razão naquilo que sempre defendemos no que respeita à "renaturalização" das ilhas barreira.
Os termos de referencia do Plano de Pormenor da Praia de Faro apontam para a inclusão de quatorze casas que estavam em área a renaturalizar, de acordo com o Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura-Vila Real de S.º António, pois as ditas casinha situavam-se a nascente da área desafectada do Domínio Publico Marítimo.
Habilidosamente, Valentina Calixto, enquanto presidente da Administração da Região Hidrográfica do Algarve, propôs ao INAG e este concordou com a proposta, o que foi comunicado à Câmara Municipal de Faro através do oficio com a Refª. S10222-201111 (registo nº 44414 de 23/11/2011), socorrendo-se para isso da publicação dos termos de desafectação do DPM e a favor do Muncipio.
Para alem das questões legais que importa analisar e que em devido tempo nos ocuparemos, porque se trata de uma forma de favorecimento e abuso de poder inaceitável e com a qual discordamos de todo, levanta-se uma outra questão moral, que é a discriminação a que são sujeitos os restantes moradores da Praia de Faro, que estão seriamente ameaçados por esta dupla de trafulhas políticos e em risco de perderem as suas casas.
Critérios de selecção praticados também noutras ilhas, com traçados enviesados para a satisfação do clientelismo partidário. Afinal, a endividada Câmara de Faro que não tem dinheiro para mandar catar um cego e que só não está falida por pertencer ao Estado que todos nós suportamos, arranja uns trocaditos (milhões) para gastar nesta cegada ou cagada, promovendo a construção de uma nova ponte que apenas servirá os automobilistas que restarem na ilha.
Macário Correia enquanto esteve à frente da Câmara de Tavira também teve uma atitude pouco transparente e a seu tempo veremos o que andou por lá fazendo, porque fonte bem colocada garante que as irregularidades foram mais que muitas.
Valentina Calixto dispensa apresentação, tantos foram os crimes que lesaram o Estado, a começar pelos ajustes directos com que brindou a em presa do filho do chefe de gabinete de José Sócrates ou dos mais de 2.800.000 euros que jogou fora na barra da Fuzeta.
Tudo aos milhões quando o Povo passa fome e miséria e ninguém responsabiliza esta cambada de energumenos que tomou o Poder.
O Povo em geral deve manifestar a sua Indignação e Revolta perante o abuso e opressão do Poder.
REVOLTEM-SE, PORRA!

Seguro e Proença enganados

Proença tem dormido mal


Depois de assinar o acordo de traição com o Governo de traição nacional para pôr os trabalhadores a serem roubados para pagar o preço da dívida fraudulenta, João Proença, descobriu que foi enganado e ameaça… que o poderá denunciar…
Passos Coelho, o primeiro em exercício já disse a partir de Londres que o homem está nervoso com a aproximação do 1º de Maio, imaginando que o medo lhe irá passar…
O homem da assinatura, João Proença, queria crescimento e emprego quando o memorando da Troika dizia desinvestimento, desemprego, cortes nos salários e nos serviços públicos prestados à população. Proença soube o que fez e o que lhe pesa é que o país não paga a traidores.
O pobre do Proença, obrigado ao papel hipócrita do falso partido socialista que está feito com as ordens da Troika, é agora obrigado a nova dança de palavras iludido de que lhe dão crédito…
Vejam só os novos azimutes de falsa propaganda do P”S”, com Zorrinho a pedir adendas para o crescimento e emprego, o Proença que foi enganado na mesma matéria e ameaça partir loiça, e o Seguro, o líder desta estratégia, a elogiá-los, vendendo para a populaça as habituais mentiras deque se fosse poder faria tudo diferente… vilanagem!

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Hoje não faço ronha
(espaço dedicado aos deputados da região)

Puseram-me um assunto, disse a luminária Miguel Freitas


Na sua crónica no jornal “O Algarve”, propriedade da desinteressada ACRAL, Miguel Freitas, com a caneta visivelmente consternada, pôs todo o seu “socialismo” de alma cá fora, dando voz a um descontente com a proibição das reformas.
No arrazoado remata o Governo, do qual é aliado pela Troika, de ter traído os portugueses e de lhes ter tirado o direito de se reformarem quando entenderem.
O cidadão, não importa a área política, levou-lhe as preocupações, justas, e o parlamentarista estendeu-se. Mas se o cidadão ignora o apoio do P”S” a este Governo, ao memorando da Troika, ao seu Orçamento de Estado e às medidas daí decorrentes, onde esta porta ficou escancarada, o mesmo não se poderá dizer do deputado que fez o papel que lhes deu cobertura. É claro que a queixa caiu em saco roto.
 Esta forma de fazer política é absolutamente execrável, quando se tem as palavras e as mãos enterradas na política do despesismo, na dívida insustentável e fraudulenta e, agora, nas soluções terroristas que esmagam este cidadão e os outros milhões.
O Freitas sabe a cama em que sempre se deitou… pode iludir um cidadão mas não ilude a região.

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